terça-feira, 24 de novembro de 2009
Fotografias
Há quanto tempo você não vê um álbum de fotos de papel?
É... Fotos impressas, do tempo em que ainda não havia câmera digital?
Outro dia eu tava procurando um documento em casa e achei, sem querer, uma caixa cheia de fotos de papel.
Estranho, né?
Hoje a gente tem a chance de planejar a foto.
Depois da câmera digital, todo mundo sai bem na foto.
Saiu ruim?
Apaga.
Os olhos
Ficaram vermelhos?
Faz outra.
O beicinho ficou esquisito?
Hummm, tira de novo?
Aí eu fiquei pensando como era diferente quando a gente não podia decidir se ficava ou não ficava bem na foto.
A gente levava o rolo pra revelar e aí... A surpresa!
Tudo ficava mais divertido. Os flagrantes eram reais.
A tecnologia embelezou as nossas lembranças.
Retocou as nossas imperfeições. Não é mesmo?
As fotos, hoje, são guardadas em arquivos virtuais...
As caixas e os álbuns desapareceram.
Doido isso, né?
Aí eu peguei uma das fotos e me vi, na juventude, rindo com amigos.
O cabelo tava despenteado, a roupa amassada, a meia furada...
Mas o meu sorriso tava ali...
Autêntico e intacto.
Por alguns segundos imaginei se eu não deveria ter dado uma ajeitada no cabelo, mudado de roupa, escolhido um fundo melhor para aquela foto...
Depois eu pensei:
Caramba! Se eu tivesse planejado qualquer pose pra aquele momento, eu teria perdido o melhor daquela lembrança:
O meu riso, flagrado na hora da alegria, sem retoques, sem truques.
Mas vocês não acham que a vida é meio parecida com foto de papel?
Porque os momentos são únicos.
Não têm volta.
O que foi torto, ficou torto. O que foi ruim, ficou ruim...
E o que foi bonito...
Ficou bonito pra sempre.
Tem coisa que não dá pra mudar, mesmo.
Sendo assim, eu acho que é melhor a gente estar sempre de bem com a vida.
Porque quando o riso sair na foto, com certeza, vai guardar pra sempre um momento bom...
Sem arrependimentos...
Sem nenhum remendo...
É... Fotos impressas, do tempo em que ainda não havia câmera digital?
Outro dia eu tava procurando um documento em casa e achei, sem querer, uma caixa cheia de fotos de papel.
Estranho, né?
Hoje a gente tem a chance de planejar a foto.
Depois da câmera digital, todo mundo sai bem na foto.
Saiu ruim?
Apaga.
Os olhos
Ficaram vermelhos?
Faz outra.
O beicinho ficou esquisito?
Hummm, tira de novo?
Aí eu fiquei pensando como era diferente quando a gente não podia decidir se ficava ou não ficava bem na foto.
A gente levava o rolo pra revelar e aí... A surpresa!
Tudo ficava mais divertido. Os flagrantes eram reais.
A tecnologia embelezou as nossas lembranças.
Retocou as nossas imperfeições. Não é mesmo?
As fotos, hoje, são guardadas em arquivos virtuais...
As caixas e os álbuns desapareceram.
Doido isso, né?
Aí eu peguei uma das fotos e me vi, na juventude, rindo com amigos.
O cabelo tava despenteado, a roupa amassada, a meia furada...
Mas o meu sorriso tava ali...
Autêntico e intacto.
Por alguns segundos imaginei se eu não deveria ter dado uma ajeitada no cabelo, mudado de roupa, escolhido um fundo melhor para aquela foto...
Depois eu pensei:
Caramba! Se eu tivesse planejado qualquer pose pra aquele momento, eu teria perdido o melhor daquela lembrança:
O meu riso, flagrado na hora da alegria, sem retoques, sem truques.
Mas vocês não acham que a vida é meio parecida com foto de papel?
Porque os momentos são únicos.
Não têm volta.
O que foi torto, ficou torto. O que foi ruim, ficou ruim...
E o que foi bonito...
Ficou bonito pra sempre.
Tem coisa que não dá pra mudar, mesmo.
Sendo assim, eu acho que é melhor a gente estar sempre de bem com a vida.
Porque quando o riso sair na foto, com certeza, vai guardar pra sempre um momento bom...
Sem arrependimentos...
Sem nenhum remendo...
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Abrindo a porta
Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala que tinha um grupo de arqueiros num canto e uma imensa porta de ferro no outro, onde estavam gravadas figuras de caveiras.
Nessa sala, o rei fazia os prisioneiros ficarem em círculo e então dizia: -vocês podem escolher: Morrer flechados por meus arqueiros ou passar por aquela porta e por mim e lá serem trancados. Todos os que por ali passaram escolheram ser mortos pelos arqueiros.
Quando a guerra terminou, um soldado que tinha servido o rei durante muito tempo disse o seguinte:
- Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
- Diga soldado, respondeu o rei.
- O que havia por trás da assustadora porta?
- Vá e veja, ordenou o monarca.
O soldado então abriu a porta devagar. E percebeu que, a medida que a porta abria raios de sol iam entrando e clareando o ambiente. Até que, com a porta totalmente aberta, notou que havia um caminho. E que esse caminho tinha uma saída, que era a liberdade.
O rei então falou: Eu dei aos prisioneiros a liberdade de escolha. Mas eles preferiram morrer a ter de arriscar e abrir a porta.
Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?
Quantas vezes perdemos a liberdade, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?
Pense nisso e siga em frente. Porque a vida vale a pena.
Deus nos dá varias oportunidades para vive-lá, então aproveite.
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